*O governo de Donald Trump (foto: Joyce N. Boghosian/ The White House) negou interferência nas eleições no Brasil após o presidente Lula manifestar suas suspeitas em seu discurso na ONU. A porta-voz do Departamento de Estado, Amanda Roberson, afirmou que atuar sobre eleições de outros países não faz parte da estratégia americana. Segundo ela, “nos Estados Unidos, estamos focados nas nossas prioridades. Como falou o presidente Trump, estamos focados na segurança, na prosperidade, na paz. Trabalhando assim, dentro de outros países nas eleições não é parte da nossa estratégia”.
* O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), tem dez dias para explicar por que barrou o acesso aos registros das entradas e saídas da mulher do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes, e do dono do extinto Banco Master, Daniel Vorcaro. O ministro Luiz Fux, relator do processo, não entendeu que houve violação à “intimidade” e a “informações pessoais” ao inaugurar o prazo de dez dias para esclarecimentos do presidente do Senado.
* O ministro Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que o presidente Lula (PT) tire do ar um vídeo publicado em 3 de setembro em que trata do caso Master, atendendo a uma solicitação de Flávio Bolsonaro, candidato do PL à presidência da República. Flávio é investigado pela Polícia Federal por envolvimento com o caso. No vídeo de um minuto e vinte segundos, o presidente Lula diz que o Brasil “não pode ficar refém de vazamentos seletivos” e defende um código de ética para o Judiciário. Nunes Marques apontou que Lula usou em benefício da sua candidatura um prédio público e símbolos associados ao cargo de Presidência da República. A Lei das Eleições proíbe essa conduta para fazer campanha.