VÍDEO – “Vou tocar o terror”: Marçal quer vaga no STF de Flávio Bolsonaro vencer

Pablo Marçal e Flávio Bolsonaro. Foto: Reprodução

O empresário e influenciador Pablo Marçal afirmou que aceitaria ocupar qualquer cargo em um eventual governo do senador Flávio Bolsonaro (PL), inclusive uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), caso o parlamentar vença a eleição presidencial em 25 de outubro.

Em participação no programa da BNTV Brasil, no domingo (4), Marçal declarou: “O que o Flávio falar, eu estou na guerra. Se o Flávio quiser me por de ministro do STF, eu também tenho o meu diploma de direito, eu vou tocar o terror lá no STF”.

Na mesma fala, Marçal citou a possibilidade de comandar uma área que chamou de “Superinteligência”. “Se ele quiser me colocar para ser o ministro da ‘Superinteligência’, se quiser me colocar para qualquer coisa eu estou dentro”, disse.

O influenciador comentou o resultado do primeiro turno e condicionou sua disposição para integrar o governo à vitória de Flávio Bolsonaro na disputa presidencial.

TSE declarou Marçal inelegível até 2032

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indeferiu por unanimidade, em 11 de setembro, o registro da candidatura de Marçal à Presidência da República. A Corte apontou a falta de comprovação de filiação ao PRTB dentro do prazo legal.

Além de negar o registro, o TSE declarou Pablo Marçal inelegível até 2032. A decisão o impede de disputar eleições durante esse período.

Procurado após a declaração sobre o STF, Marçal disse que a Corte deve reunir pessoas com “sabedoria, equilíbrio e experiência”. “A Suprema Corte precisa ser formada por pessoas de sabedoria, equilíbrio, experiência e independência. Gente que compreenda que o poder existe para servir à nação, e não o contrário”, afirmou.

Sobre um possível posto na gestão de Flávio Bolsonaro, ele afirmou que poderia atuar como “embaixador, assistente, analista ou ministro” e se definiu como “coringa”. Ministros do STF são indicados pelo presidente da República e precisam obter aprovação da maioria absoluta do Senado antes da nomeação.

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