Com a Selic em 14%, famílias e empresas continuam espremidas pelo crédito caro. O BC aponta endividamento e comprometimento da renda em níveis historicamente elevados, enquanto crescem a inadimplência e as despesas financeiras das companhias. O Comitê de Estabilidade Financeira (Comef) avalia que o risco no crédito empresarial continuará elevado. No centro desse tabuleiro está Gabriel Galípolo (foto: Saulo Cruz/ Agência Senado), que já sente o desconforto político provocado pelos juros: o presidente Lula chegou a negar que o tenha chamado de “traidor” e reafirmou sua competência, mas não esconde a irritação com a Selic. Agora, Galípolo terá de escolher entre começar a aliviar o torniquete ou manter a guarda contra a inflação. O BC prepara medidas para fortalecer o sistema e tornar a oferta de crédito mais sustentável. Juros altos combatem a inflação, mas a conta chega antes — e costuma bater à porta de quem deve.
Patrus quer consolidar Sistema Único de Segurança Pública
Nesta quinta-feira, 3, o candidato do PT ao governo de MG, Patrus Ananias, (foto: Flickr/Patrus Ananias) tratou do tema da segurança pública…