Fachin endossa jogada de André Mendonça com quebra de sigilo do caso Master, por Luís Nassif

Evite comemorar as informações de ontem à noite, de que o débil Ministro Luiz Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal, conseguiu a quebra do sigilo do caso Master, em mãos de André Mendonça.

O inquérito tem vários desdobramentos. Vários deles visam atingir adversários de Mendonça. E alguns deles – especialmente o Dark Horse – visa proteger seu candidato Flávio Bolsonaro.

Uma nota no G1, de Andréa Sadi, informa que o inquérito sobre o Dark Horse continuará sob sigilo, ao lado de Jaques Wagner. A do senador petista é irrelevante: as principais operações já vazaram para a imprensa. Mas a do Dark Horse continuarão sob sigilo.

Qual o paradoxo? Tanto as investigações do lado de Mendonça quanto do lado de Flávio Dino partem da mesma base, a inteligência da Polícia Federal – que Mendonça tentou desmontar. Portanto, não há razão para manter o sigilo.

Sua manutenção, no entanto, impede a opinião pública – e o próprio STF – avaliar o que foi feito por Mendonça, a procrastinação dos trabalhos, o eventual abandono de provas robustas e outros fatores, que o levaram a adiar indefinidamente as investigações.

Se não corrigir essa falha, confirmar-se-ão todas as suspeitas sobre Fachin.

LEIA TAMBÉM:

Artigo Anterior

Lula: “Vorcaro virou banqueiro no governo Bolsonaro e virou prisioneiro no meu”

Próximo Artigo

Operação contra “Dark Horse” mirou empresário ligado ao PCC e réu por feminicídio

Escrever um comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter por e-mail para receber as últimas publicações diretamente na sua caixa de entrada.
Não enviaremos spam!