Datafolha: Haddad reduz distância, mas com 56% Tarcísio pode vencer no 1º turno

Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad
Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad, candidatos ao Governo de São Paulo. Foto: Reprodução

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), tem 56% dos votos válidos e o ex-ministro Fernando Haddad (PT), 37%, na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (01). O resultado coloca o governador em condição de conquistar a reeleição já no primeiro turno, marcado para domingo (04). Com informações de Folha de S.Paulo.

Nos votos totais, Tarcísio lidera com 50%, enquanto Haddad soma 33%. O levantamento registrou 7% de brancos, nulos ou eleitores que disseram não votar em ninguém, além de 3% de indecisos.

O cálculo dos votos válidos exclui brancos, nulos e indecisos, como faz a Justiça Eleitoral na apuração oficial. A margem de erro nesse recorte é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Em uma eventual segunda rodada, o atual governador também venceria Haddad, por 55% a 38%. O Datafolha ouviu 1.610 eleitores em cidades paulistas entre 28 e 30 de setembro; a margem de erro geral é de dois pontos percentuais e o nível de confiança chega a 95%.

Gráfico gerado por IA

Rejeição e avaliação do governo de São Paulo

Haddad aparece como o candidato mais rejeitado: 45% afirmaram que não votariam nele de jeito nenhum. Entre os entrevistados, 29% deram a mesma resposta sobre Tarcísio.

A gestão de Tarcísio recebeu avaliação boa ou ótima de 47% dos eleitores paulistas. Outros 29% a classificaram como regular, e 21% a consideraram ruim ou péssima. A pesquisa apontou ainda 62% de aprovação ao governo estadual e 32% de desaprovação.

Na pesquisa espontânea, quando o entrevistador não apresenta os nomes dos candidatos, 34% citaram Tarcísio e 18% mencionaram Haddad. O índice de indecisos nesse cenário alcançou 33%, enquanto 7% declararam voto em branco.

O levantamento indicou que 75% dos entrevistados se dizem totalmente decididos sobre o voto, e 25% admitem a possibilidade de mudar de escolha. Ao serem questionados sobre o número que digitarão na urna, 45% não souberam responder e 7% indicaram um número incorreto.

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