
O senador Rogério Marinho (PL), do Rio Grande do Norte, teve um mal-estar nesta terça-feira (6) e foi levado ao hospital DF Star, em Brasília, para avaliação médica. Coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), ele retornava de um compromisso eleitoral em Goiânia.
Em nota, a assessoria informou que Marinho “passa bem e aguarda o resultado de exames”. O comunicado atribuiu a ida ao hospital a uma medida de precaução, sem divulgar diagnóstico.
O senador acompanhava a agenda de Flávio Bolsonaro em Goiás, onde o candidato recebeu o apoio do ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) para o segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A comitiva retornou de avião para Brasília após o compromisso.

Mais cedo, Marinho teve uma reunião com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin. Ao relatar a conversa, o senador afirmou que não haverá “espírito de vingança”, mas defendeu a atuação do Senado diante de eventuais crimes de responsabilidade cometidos por ministros da Corte.
“Deixamos claro que, na hora que houver algum crime de responsabilidade por um ministro do STF, o Senado não vai se omitir. E hoje ele tem se omitido”, declarou Marinho. O senador também vinha conduzindo negociações com dirigentes do União Brasil e do PP para ampliar os apoios à candidatura de Flávio Bolsonaro no segundo turno.