
Marco Antunes, ex-baterista e um dos fundadores do Angra, criticou a deputada estadual eleita Eduarda Campopiano (PL-SP) depois de ela aparecer em uma foto usando camiseta da banda. O músico escreveu nas redes sociais que a parlamentar deveria tirar a peça.
Antunes, que atualmente adota o nome artístico Marco Leão Sol, chamou Campopiano de “fascistinha” e “demônio”. “Tira essa camiseta, fascistinha de merda, demônio precoce”, escreveu o ex-integrante do grupo.
O comentário apareceu em uma foto publicada em abril no Instagram de Anderson Bonani, barbeiro de Praia Grande, no litoral paulista. A postagem foi apagada posteriormente.
Após a repercussão, Marco compartilhou nos stories uma notícia sobre a manifestação e manteve o posicionamento. O músico costuma publicar críticas à família Bolsonaro em suas redes sociais.
Kiko Loureiro nega comentário atribuído a ele
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A imagem de Campopiano também circulou com um print que atribuía ao guitarrista Kiko Loureiro, ex-integrante do Angra, um comentário com a palavra “credo”. Kiko negou ter escrito a mensagem e disse que sequer conhecia a candidata até o dia anterior.
“Eu nunca escrevi nenhum comentário aqui, eu nem sabia a existência dessa candidata até ontem. Comentário nunca existiu”, afirmou Kiko. Marco publicou a expressão “Entendedores entenderão” sobre uma foto da deputada.
O Angra divulgou uma nota para se distanciar das manifestações de ex-integrantes. A banda afirmou que essas opiniões têm caráter pessoal e “não representam o Angra nem seus atuais integrantes”, além de defender a pluralidade de opiniões de seu público.
Marco integrou o Angra entre 1991 e 1993 e deixou o grupo durante as gravações de “Angels Cry”. Campopiano, de 23 anos, é vereadora de Praia Grande e foi eleita deputada estadual por São Paulo com 1,95 milhão de votos.