Queiroz pede votos para Flávio em meio à reabertura do caso “rachadinha”

Flávio Bolsonaro ao lado de Fabrício Queiroz
Flávio Bolsonaro ao lado de Fabrício Queiroz. Foto: Reprodução

O policial militar reformado Fabrício Queiroz voltou a pedir votos para o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) a quatro dias do primeiro turno, enquanto o Ministério Público do Rio de Janeiro analisa uma representação para reabrir a investigação sobre as chamadas rachadinhas no antigo gabinete do parlamentar na Alerj.

Queiroz, ex-assessor de Flávio e personagem central da investigação, publicou o apelo eleitoral nas redes sociais. Ele já havia se aproximado publicamente da campanha: em 12 de setembro, acompanhou um comício do candidato em Cabo Frio, na Região dos Lagos, em uma área ao lado do palco.

Atualmente, Queiroz ocupa o cargo de subsecretário de Segurança e Ordem Pública de Saquarema, município vizinho a Cabo Frio. Em agosto, ele também publicou uma foto abraçado a Flávio Bolsonaro com mensagem de apoio à candidatura.

A assessoria de Flávio afirmou, à época, que a imagem não havia sido registrada no ato eleitoral de Copacabana com o qual passou a ser associada nas redes sociais, embora a foto tivesse sido feita no mesmo local.

Pedido ao MP-RJ mira movimentações e compra de imóveis

Nesta terça-feira (29), o deputado federal Rui Falcão (PT-SP) e o Grupo Prerrogativas apresentaram ao MP-RJ um pedido de reabertura da investigação. A representação cita o acesso de Flávio a um cofre do Banco do Brasil em 26 de novembro de 2012, um dia antes da compra de dois imóveis em Copacabana.

Os autores pedem diligências sobre os acessos ao cofre e uma nova apuração das movimentações financeiras ligadas às operações imobiliárias. A solicitação ainda depende de análise do Ministério Público e não reabre automaticamente o procedimento criminal original.

Também nesta semana, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou recurso da defesa de Danielle Mendonça da Costa da Nóbrega, ex-assessora de Flávio e ex-mulher de Adriano da Nóbrega. A decisão manteve a quebra dos sigilos bancário e fiscal dela em uma ação de improbidade.

Artigo Anterior

Dino determina que PF investigue ataques a imagens religiosas no país

Próximo Artigo

Patrus faz debate propositivo e diz que parceria com Lula é o melhor para MG

Escrever um comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter por e-mail para receber as últimas publicações diretamente na sua caixa de entrada.
Não enviaremos spam!