A arrecadação federal passou de R$ 2 trilhões nos primeiros oito meses do ano. Em agosto, os R$ 235,6 bilhões foram o maior resultado para o mês. O aumento da receita, porém, não significa contas públicas folgadas. Boa parte do dinheiro arrecadado já tem destino: despesas obrigatórias, como pagamento da Previdência e salários, além dos juros da dívida. Sobra pouco para novos investimentos. O próprio ministro da Fazenda, Dario Durigan, (foto: Diogo Zacarias/MF) reconheceu que “o país precisa de uma trajetória fiscal melhor” ao defender a previsão de superávit primário no Orçamento de 2027. Arrecadar mais não é o mesmo que equilibrar as contas.
Candidatos do Republicanos em Minas e SP afinam discurso
O avanço da candidatura de Cleitinho ao governo de Minas e a de Tarcísio de Freitas em São Paulo é um dos pontos da pauta entre os dois nesta…