
Simão Sarkis, dono de uma construtora do Distrito Federal, doou R$ 100 mil para a campanha de Michelle Bolsonaro (PL) ao Senado. O empresário comanda o Grupo Sarkis, companhia que participou da construção de estruturas históricas de Brasília.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou a doação em 3 de setembro. Michelle disputa uma vaga no Senado pelo Distrito Federal e pode gastar até R$ 3,8 milhões durante a campanha.
Sarkis é o fundador do grupo empresarial, cuja gestão também envolve filhos e netos. A empresa atua no setor de construção e mantém operações no Distrito Federal, em Goiás e em Minas Gerais.
Entre os empreendimentos associados à trajetória do Grupo Sarkis estão a infraestrutura da Rodoviária do Plano Piloto e do Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República.
Recursos do PL já somam R$ 3,4 milhões
Além do repasse feito por Sarkis, a campanha de Michelle Bolsonaro já recebeu R$ 3,4 milhões do PL. Os recursos partidários representam a maior parcela dos valores informados até agora.
Somadas, a transferência partidária e a doação do empresário chegam a R$ 3,5 milhões. O montante fica R$ 300 mil abaixo do teto de gastos permitido para a disputa ao Senado no Distrito Federal.
O limite de R$ 3,8 milhões vale para o total de despesas eleitorais da candidatura. A campanha precisa declarar à Justiça Eleitoral as receitas recebidas e os gastos realizados.
A doação de R$ 100 mil consta no portal do TSE com Simão Sarkis como doador. O empresário lidera uma companhia cuja presença empresarial se estende por três unidades da Federação.