
Erin Piacenti, vice-presidente de seleção de negócios e conflitos do Bank of America, morreu após ser esfaqueada nesta segunda-feira na Times Square, em Nova York. O ataque deixou também um turista de 68 anos ferido e terminou com a morte da suspeita, Pamela Cisneros, de 49 anos, durante uma ação policial.
Piacenti sofreu uma facada no abdômen perto da Rua 42, na Sétima Avenida, e morreu no hospital, informou o Departamento de Polícia de Nova York (NYPD). O principal escritório do Bank of America em Manhattan fica no One Bryant Park, nas proximidades da Times Square.
A comissária de polícia Jessica Tisch afirmou que Cisneros abordou primeiro o turista perto do cruzamento da Rua 41 Oeste com a Sétima Avenida. Ela portava duas facas e atingiu o homem no abdômen quando ele aguardava, ao lado da esposa, para atravessar a rua.
O homem seguiu para um hospital em condição estável. Cerca de 20 segundos depois da primeira agressão, Cisneros caminhou para o norte pela Sétima Avenida e esfaqueou Piacenti, segundo Tisch.
“Time Square”
Porque una mujer que había apuñalado a dos personas a plena luz del día en Time Square, fue abatida por policías después de que ella se avalanzara contra ellos con cuchillos en las manos. La mujer murió poco después. pic.twitter.com/UDE5sVEQXC
— ¿por qué es tendencia? (@estendenciaensv) September 1, 2026
Policiais usaram armas de choque antes dos disparos
Testemunhas acionaram agentes que estavam perto do local. Os policiais encontraram Cisneros entre as ruas 42 e 43, ainda com as duas facas, e passaram cerca de quatro minutos tentando convencê-la a soltar as armas.
Durante a abordagem, a suspeita respondeu aos agentes: “Não vou largar nada. Prefiro matar vocês dois”, relatou Tisch. Em seguida, Cisneros avançou na direção dos policiais.
Os agentes usaram armas de choque, mas os dispositivos não interromperam a ação da mulher. Dois policiais atiraram contra Cisneros, que recebeu atendimento e morreu no Bellevue Hospital.
Cisneros não tinha histórico de prisões no NYPD. Registros da polícia apontavam dois atendimentos ligados à saúde mental, em 2018 e 2019, e os investigadores afirmaram não ter indícios de que o ataque tenha tido motivação terrorista.