O comércio mineiro atravessa momento de desaceleração pontual, e não de perda generalizada. A constatação é da Fecomércio-MG a partir de indicadores do IBGE que medem o volume de vendas de bens de consumo imediato e diário. “O resultado de julho mostra uma acomodação do varejo, principalmente em segmentos mais sensíveis às condições de crédito e à renda disponível. Ao mesmo tempo, o acumulado do ano revela que o comércio mantém uma trajetória positiva em Minas Gerais”, considera a economista da entidade, Fernanda Gonçalves. (foto: Fecomércio/Divulgação). O estado registrou alta de 1,4%, enquanto o país registrou 1,2%. O resultado contou com o desempenho de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, de 138,4%. Depois vieram artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, com alta de 2,6%.