Os defensores das liberdades que decidiram apoiar a censura. Por Moisés Mendes

Ilustração da Justiça brasileira
A imagem de Nossa Senhora Aparecida. Foto: reprodução

Com todo tipo de violência, crueldade e ações fascistas na internet, os jornalões se dedicam a apoiar a censura a textos sobre a guerra envolvendo Aparecida.

As corporações defensoras das liberdades rastejam para o bolsonarismo, para proteger os ministros censores do Supremo e o filho ungido que agora anda com uma Aparecida de tricô debaixo do braço.

Até a semana passada, os jornalões defendiam o direito de todos dizerem o que quiserem nas redes sobre questões políticas, em nome das liberdades. Alguns chegaram a dizer, como deboche, que os jornalões apoiavam até o direito a pregações extremistas, desde que liberais e moderadas.

Mas agora os jornais acham um exagero o debate sobre a ameaça real do bolsonarismo atacar de novo Nossa Senhora Aparecida, e a qualquer momento.

E mais adiante precisamos falar também das ameaças às religiões de matriz africana. Sem censura.

Flávio Bolsonaro em ato de campanha
Flávio Bolsonaro participa de ato de campanha cercado por apoiadores. Foto: Reprodução

E AGORA?
Escolha a chamada que mais lhe agrada.

Globo:
Quaest: Flávio Bolsonaro sobe nos três maiores Estados do Sudeste; e Lula avança no Rio e em Pernambuco

Revista Fórum:
Lula cresce no Sudeste na reta final da eleição, aponta nova pesquisa Quaest

(Mas não procure na Folha, no Globo e no Estadão a reportagem do site do PlatôBR com novas informações sobre a vida não muito pública de Flávio Bolsonaro, contadas por um ex-sócio dele na fantástica loja de lavagem de dinheiro com chocolates. Dos grandes veículos das corporações, só o UOL deu a notícia.)

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