
A Câmara Municipal de Balneário Camboriú, em Santa Catarina, rejeitou o pedido de Jair Renan Bolsonaro (PL) para abonar uma falta e impedir o desconto correspondente em seu salário. O requerimento apresentado pelo filho do ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu dez votos contrários no plenário. As informações são de O Globo.
O regimento da Casa prevê desconto proporcional na remuneração dos vereadores que faltarem a sessões ordinárias. A ausência pode ser abonada quando houver justificativa e aprovação da maioria absoluta do plenário, exceção solicitada por Jair Renan.
Durante a votação, Marcelo Achutti (MDB) criticou o pedido e questionou a permanência do parlamentar no mandato enquanto ele disputa uma vaga de deputado federal por Santa Catarina. “Vão criar vergonha na cara os senhores vereadores”, afirmou.
Achutti disse que Jair Renan recebeu R$ 3 milhões do fundo eleitoral e deveria se licenciar para participar da campanha, como ele próprio afirma ter feito quando concorreu. Segundo o emedebista, não havia justificativa para que a Câmara abonasse a ausência.
VÍDEO | Jair Renan Bolsonaro pede para não ser descontado por falta e sofre crítica de colega: ‘Cria vergonha na cara’;
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— Estadão 🗞️ (@Estadao) September 22, 2026
A Câmara Municipal de Balneário Camboriú, em Santa Catarina, rejeitou o pedido de Jair Renan Bolsonaro (PL) para justificar uma ausência e evitar o desconto no salário. O requerimento apresentado pelo filho do ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu dez votos contrários.
Pelas regras da Casa, as faltas em sessões ordinárias provocam desconto proporcional na remuneração. A cobrança pode ser suspensa quando o vereador apresenta uma justificativa e obtém o apoio da maioria absoluta do plenário, o que não ocorreu no caso de Jair Renan.
Durante a votação, Marcelo Achutti (MDB) criticou o pedido e questionou por que Jair Renan permanece no cargo enquanto faz campanha para deputado federal por Santa Catarina. “Vão criar vergonha na cara os senhores vereadores”, afirmou.
Achutti alegou que Jair Renan recebeu R$ 3 milhões do fundo eleitoral e defendeu que ele se licencie do mandato para disputar a eleição. O emedebista citou a própria experiência como candidato e afirmou não haver justificativa para que a Câmara abonasse a falta.