Bem avaliados em seus estados, os governadores de Minas, Romeu Zema, e de Goiás, Ronaldo Caiado, tiveram um desempenho pífio nas eleições presidenciais. Eles deixaram seus governos como potenciais candidatos, mas pararam na parede da polarização. Esse episódio acende o alerta de dirigentes da direita, que tem no governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, o principal nome para a disputa ao Palácio do Planalto. O próprio vice-presidente Geraldo Alckmin sentiu o peso da polarização em 2018, quanto deixou o Palácio Bandeirantes para disputar à presidência da República. Com o acirramento da disputa entre o presidente Lula e o ex-presidente Jair Bolsonaro, ficou impossível furar a bolha. Com isso, Alckmin terminou a eleição com menos de 5% dos votos, cenário semelhante ao de Zema e Caiado. (Foto: Expozebu)