
Está nas capas dos jornalões. Polícia Federal investiga operador financeiro de lobista amiga de Lulinha para saques e pagamentos em dinheiro vivo.
E então recebo essa mensagem do seu Mércio, meu amigo, morador histórico da Aberta dos Morros, no sul profundo de Porto Alegre:
“Agora finalmente vão descobrir como o dinheiro vivo da lobista comprou 50 imóveis para os Bolsonaros, em negócios atribuídos erroneamente a Flávio e nunca investigados.
A PF também deve investigar o dinheiro vivo que era movimentado numa franquia de chocolate no Rio, usada para a lavagem de milhões durante vários anos, e erroneamente atribuída a Flávio, sem que até hoje nada tenha sido apurado.

A PF aproveitará para investigar como a amiga de Lulinha lavava dinheiro do PCC na Faria Lima, em mais de 40 fintechs consideradas erroneamente como bolsonaristas, que defendem a moralidade do arcabouço fiscal.
E ainda tem a investigação das rachadinhas erroneamente atribuídas a Flávio, trancada pelo STF. E o dinheiro para o filme documentário sobre a presença de Carluxo no bloco ‘É nóis e o véio até o amanhecer’, nos memoráveis carnavais de Balneário Camboriú.
Agora ficaremos sabendo de tudo da turma do dinheiro vivo. Essa lobista não escapa. A Malu Gaspar e o Merval vão pegar a lobista. O Brasil será salvo pelo jornalismo investigativo da Globo em pool com a revista Oeste”.