Quem assumir o Planalto em 2027 encontrará uma conta indigesta. Segundo a Moody’s, a dívida pública já supera 82% do PIB, deverá atingir 86% em 2027 e poderá alcançar 88% em 2029. Com mais de 90% dos gastos comprometidos por despesas obrigatórias, o próximo presidente terá pouco espaço para manobras. A agência estima que estabilizar a dívida exigirá superávit primário de 2% a 3% do PIB. Lula aposta na continuidade do modelo atual, mas mudará o atual ministro da Fazenda, Dario Durigan(foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil) . Flávio Bolsonaro sinaliza cortes mais profundos. Ambos dependerão do Congresso. A matemática fiscal, indiferente às promessas eleitorais, cobrará sua fatura.
Cleitinho mantém apoio ao fim da 6×1
Mesmo alinhado a Flávio Bolsonaro, Cleitinho (foto: Carlos Moura/Agência Senado) reafirma apoio ao fim da escala 6×1 e diz que pretende…