Neutralidade calculada

Reeleita em Pernambuco, Raquel Lyra (foto reprodução PSD) recusou declarar apoio a Lula ou Flávio Bolsonaro no segundo turno. Grata ao petista, mas disposta a dialogar com o adversário, a governadora defende a pacificação nacional e rejeita transformar o impeachment de ministros do STF em bandeira eleitoral. Na prática, preserva pontes com os dois lados. Em tempos de radicalização, a neutralidade também pode ser uma escolha política bastante conveniente.

Artigo Anterior

Sakamoto: Ódio ao Nordeste nas redes é crime recorrente há quatro eleições

Próximo Artigo

Malafaia “elegeu” 27 políticos bolsonaristas; entenda

Escrever um comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter por e-mail para receber as últimas publicações diretamente na sua caixa de entrada.
Não enviaremos spam!