A China, de Xi Jinping (foto: Divulgação/Xinhua), promove uma faxina em seu sistema financeiro. Em 2025, desapareceram 670 bancos rurais de pequeno e médio porte, sobretudo por fusões e incorporações. A ofensiva de Pequim busca conter riscos num setor pressionado pela inadimplência, baixa rentabilidade e fragilidades de gestão. O objetivo é concentrar instituições e fortalecer o capital. Mas há uma armadilha: juntar bancos frágeis não elimina dívidas ruins. Às vezes, apenas transforma vários problemas pequenos em um grande.
Justiça em compasso eleitoral
O ministro Nunes Marques (foto: Luiz Silveira/STF) decidiu deixar para depois do segundo turno a análise da revisão criminal de Jair…