
A rejeição ao senador Flávio Bolsonaro (PL) chegou a 56%, enquanto o presidente Lula (PT) registrou 54%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda (28). Os dois candidatos à Presidência concentram os maiores índices entre os nomes medidos.
O levantamento perguntou aos entrevistados se conheciam os presidenciáveis e não votariam neles de jeito nenhum. Na rodada anterior, divulgada em 21 de setembro, Flávio também tinha 56% de rejeição, e Lula aparecia com 55%.
A taxa do presidente oscilou um ponto percentual para baixo, movimento dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. A rejeição de Flávio permaneceu estável no mesmo patamar da semana passada.
Ao longo de setembro, os índices dos dois se mantiveram próximos. Lula tinha 53% de rejeição nos levantamentos divulgados em 2 e 7 de setembro, enquanto Flávio marcava 55% nas duas pesquisas.

Outros candidatos têm índices menores de rejeição
Entre os demais candidatos mais bem colocados nas pesquisas, o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) aparece com 45% de rejeição. O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) registra 40%, e Renan Santos (Missão), 35%.
O escritor Augusto Cury (Avante) tem o menor índice entre os nomes citados: 31% dos entrevistados afirmaram que não votariam nele de jeito nenhum. Na pesquisa anterior, Cury tinha 28%.
A Quaest também mediu o potencial de voto, que reúne eleitores que conhecem o candidato e dizem que poderiam escolhê-lo. Lula alcançou 46% nesse indicador, ante 43% de Flávio Bolsonaro; em 14 de setembro, os percentuais eram de 45% e 43%, respectivamente.
Encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Globo, a pesquisa ouviu 2.004 eleitores entre 24 e 27 de setembro, tem nível de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-06520/2026.