
O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) chamou Andrei Rodrigues de “cupincha” e “pau-mandado” do presidente Lula (PT) ao comemorar o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, determinado pelo ministro André Mendonça, do STF, nesta terça (8).
Em publicação nas redes sociais, Flávio escreveu que o chefe da PF seria “companheiro, camarada, amigo, irmão, brother, cupincha, parça, aliado, preposto, indicado, pau-mandado de Lula”. O senador também afirmou que a Polícia Federal deveria retomar autonomia para investigar criminosos, e não adversários políticos de Lula.
Flávio classificou a situação como um suposto “grupo especial de Lula na Polícia Federal” e disse que ele teria sido “desmascarado oficialmente”. As acusações foram publicadas pelo senador após a decisão do STF.
Mendonça ordenou o afastamento preventivo de Andrei por até 90 dias. O ministro afirmou ter sofrido “monitoramento sistemático e ilegal” por mais de 30 dias por parte da Polícia Federal.
Os ministros Luiz Fux e Kassio Nunes Marques votaram para manter a decisão de Mendonça e formaram maioria no Supremo. Gilmar Mendes pediu vista do processo.
Chefe da PF (companheiro, camarada, amigo, irmão, brother, cupincha, parça, aliado, preposto, indicado, pau-mandado de lula) acusado de liderar investigações clandestinas contra um ministro do STF.
Grupo especial de lula na Polícia Federal desmascarado oficialmente.
Que a…
— Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) September 8, 2026
Banco Master está no centro da crise envolvendo a Polícia Federal
A decisão sobre Andrei ocorre durante a crise ligada às investigações do caso Banco Master. O afastamento abriu uma disputa pública sobre a condução de apurações que envolvem o banqueiro Daniel Vorcaro.
O sucessor de Andrei afirmou que a Polícia Federal não se deixará abalar por “ataques” após o afastamento preventivo do diretor-geral.