A proposta orçamentária para 2027 prevê um salto de 19,1% na arrecadação dos tributos sobre o consumo, que poderá alcançar R$ 750,4 bilhões. Mesmo descontada a inflação, o avanço estimado é de aproximadamente 15%. O crescimento coincide com a fase mais intensa de transição da Reforma Tributária, com a entrada da CBS e do Imposto Seletivo. A receita adicional é considerada importante para que o governo alcance o superávit primário de R$ 18,6 bilhões previsto para o próximo ano. O ministro da Fazenda, Dario Durigan (foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil), trabalha nesse sentido. Economistas, porém, enxergam otimismo excessivo nas projeções. Jefferson Bittencourt, ex-secretário do Tesouro, alerta que parte da arrecadação projetada depende de tributos cujas alíquotas definitivas ainda não foram estabelecidas. Imagina quando forem…