
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça afirmou, durante um culto religioso, que a atual geração tem a responsabilidade de preparar as bases da igreja para os próximos séculos. Na fala, o magistrado disse acreditar que o momento atual representa um “tempo de avivamento” para a comunidade religiosa.
Mendonça declarou que essa preparação não dependeria apenas da atuação humana, mas do que chamou de poder do Espírito Santo. O ministro fez o discurso ao abordar o papel das novas gerações dentro da igreja.
“Meus irmãos, eu creio que é tempo de avivamento na igreja. Eu creio nisso. Eu creio que essa nossa geração é a geração que vai preparar a igreja. Não só para o século XXI, mas as bases para o século XXII”, afirmou.
Durante a fala, o ministro mencionou jovens e crianças presentes no culto e disse que parte deles poderá acompanhar a transição entre os séculos XXI e XXII, considerando as expectativas de vida atuais.
▶️ André Mendonça fala em "tempo de avivamento" durante culto
O ministro do STF André Mendonça discursou em culto afirmando acreditar que a atual geração tem a responsabilidade de preparar as bases da igreja não apenas para o século XXI, mas para o século XXII, atribuindo essa… pic.twitter.com/Lr7NDtb815
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“Muitos dos jovens que aqui estão, de crianças que aqui estão, vão poder experimentar a transição de um século para o outro considerando expectativas de vida”, declarou Mendonça.
O ministro também afirmou que a geração atual recebeu uma responsabilidade relacionada à preparação da igreja para esse período. Segundo ele, essa missão deveria ser conduzida com base em princípios religiosos.
“E a nossa geração é a geração que tem a capacidade ou foi nos dado o ministério e o dever e a responsabilidade de preparar essas bases não pelo nosso poder mas pelo poder do Espírito Santo”, disse.
André Mendonça foi indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e tomou posse como ministro da Corte em dezembro de 2021. Conhecido pelo perfil conservador, ocupou antes de chegar ao Supremo os cargos de advogado-geral da União e ministro da Justiça e Segurança Pública durante o governo Bolsonaro.