Sakamoto lança teste rápido para avaliar a moderação do seu candidato à Presidência

Urna eletrônica. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Por Leonardo Sakamoto, no UOL

Seu candidato afirma que quer, com o intuito de “pacificar” o Brasil, conceder perdão ou anistia a aqueles que tentaram realizar um golpe de Estado?

Não: Isso pode indicar que ele é moderado.

Sim: Ele não é moderado, mesmo que você ouça argumentos de pessoas que defendem essa ideia. Não importa se ele se expressa de forma eloquente, veste um terno azul ou se comporta de maneira refinada: prometer recompensar aqueles que tentaram permanecer no poder à força, mesmo após a derrota nas urnas, e que tramaram contra instituições e ameaçaram a vida de políticos e juízes, é uma mensagem clara de que os ricos e poderosos podem agir fora da lei sem sofrer consequências. Alguém que defende a libertação de um sequestrador antes que a pena seja cumprida é considerado moderado? Isso é igualmente válido para quem tentou sequestrar a República, uma ofensa muito mais grave. Mesmo que essa pessoa também prometa um “livre mercado”.

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