“Ódio e obsessão”: filha de Regina Duarte bate boca com atriz por causa da mãe; entenda

Regina Duarte e Gabriela Duarte
Regina Duarte e Gabriela Duarte juntas. Foto: Reprodução

Gabriela Duarte trocou farpas com a atriz Mika Lins nos comentários de publicações sobre a entrevista em que Regina Duarte falou de sua passagem pelo governo de Jair Bolsonaro. A discussão envolveu as declarações de Regina e as tentativas da filha de interromper perguntas sobre política.

Mika elogiou a entrevista concedida por Regina e Gabriela à Folha de S.Paulo, classificando-a como uma “obra prima do jornalismo”. Gabriela respondeu com divulgação da comédia “A filha da…”, em cartaz em São Paulo: “A peça é boa tambem! Venham”.

Em outra publicação, Mika voltou a citar a conversa das duas atrizes com o jornal e compartilhou um texto que considerava precisa a abordagem da entrevista. Gabriela escreveu: “Adorando o hiperfoco. Mikaaa, linda”.

Mika Lins. Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress

Mika reclamou da expressão usada por Gabriela: “Isso não é hiperfoco, é memória”. Ela mencionou uma entrevista dada por Regina quando a atriz ocupava a Secretaria Especial da Cultura, durante a pandemia de coronavírus.

Gabriela reagiu dizendo: “Fica a vontade Mika. O seu ódio e a sua obsessão falam mais sobre você do que sobre nós”. A atriz, então, afirmou que sempre defendeu a separação entre as opiniões de Regina e as da filha.

“Talvez estivesse errada. Você acha que a imprensa deve ser comandada, que política é separada do teatro”, respondeu Mika. Ela também disse que Gabriela passou a comentar em seu perfil e sustentou que a entrevista expôs “o despreparo de vocês para responder”.

Discussão entre Gabriela Duarte e Mika Lins no Instagram. Foto: Reprodução

Na conversa com a Folha, Gabriela tentou impedir que a mãe respondesse às perguntas sobre sua participação no governo Bolsonaro. “Não, a gente não vai falar sobre isso”, disse ela quando Regina foi questionada sobre o tema.

Regina afirmou que não enfrentou prejuízos após passar 74 dias na Secretaria Especial da Cultura, entre março e maio de 2020. “Não teve custo nenhum. Saí de lá depois de 74 dias, voltei para minha vida e segui magnificamente bem”, declarou.

Ao ser perguntada se aceitaria outro cargo público, Regina respondeu que não. Ela disse que teria permanecido mais tempo na função se pretendesse “proporcionar alguma coisa para a classe artística, para o povo brasileiro”; Gabriela a interrompeu: “Não responde, para de querer responder”.

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