O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quinta-feira (17) decreto reajustando o valor do Bolsa Família para preservar o poder de compra de quem mais precisa.
O presidente diz que o reajuste recompõe as perdas inflacionárias desde 2023.
“Assinei o decreto que faz a primeira recomposição pela inflação. São 15,04%, o INPC acumulado no período. O valor mínimo passa de R$ 600 para R$ 691 e o benefício médio vai de R$ 675 para R$ 777, já a partir de outubro”, diz o presidente.
Segundo ele, é dever do governo preservar o poder de compra de quem mais precisa. “E estamos fazendo isso com responsabilidade: a atualização cabe no Orçamento, sem aumentar o limite total de despesas do governo”, explica.
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Lula lembra que desde 2023, quando o programa foi retomado com o valor mínimo de R$ 600 por famílias, além dos valores adicionais para crianças, adolescentes e gestantes, os benefícios ainda não tinham sido atualizados.
“Bolsa Família é para garantir comida na mesa, dignidade e oportunidade para as famílias seguirem em frente”, defende.
“Esse é um programa que mudou a vida de milhões de brasileiros. Mais de 25 milhões de pessoas já ascenderam na escala social e mais de 80% das novas vagas de emprego estão sendo ocupadas por beneficiários. É renda para colocar comida na mesa. É dinheiro circulando na economia. É mais dignidade para as famílias brasileiras”, ressalta.
A líder do PCdoB na Câmara, deputada Jandira Feghali (RJ), observa que, enquanto uns apresentam projetos para acabar com os programas sociais, Lula anuncia o reforço ao Bolsa Família.
“Um instrumento de cidadania e um compromisso com os mais vulneráveis. Esse compromisso só Lula confirmou”, diz a líder.