O prolongamento dos juros elevados leva grandes empresas brasileiras a rever investimentos e projetar um 2027 de baixo crescimento, com risco até de recessão. Levantamento com 76 companhias do Ibovespa revela preocupação crescente com o endividamento das famílias, a inadimplência e a perda de fôlego do consumo. No varejo, empresas já reduzem projetos diante do custo do crédito. Alfredo Setubal (foto divulgação), presidente da Itaúsa, admite a possibilidade de uma leve recessão. O mercado prevê crescimento do PIB em torno de 1,5% no próximo ano, enquanto a Selic poderá permanecer perto de 12%. Com famílias comprometendo parcela elevada da renda com dívidas, empresários temem que o aperto monetário atravesse 2026 e cobre sua conta mais pesada em 2027.
Supermercado vira arma eleitoral
O preço dos alimentos voltou ao centro da disputa presidencial. Flávio Bolsonaro ((foto: Vinicius Loures / Câmara dos Deputados), que disputa…