*Alvo de “fogo amigo” dentro do próprio governo, o ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva (foto: Valter Campanato/Agência Brasil), preferiu acompanhar à distância, em seu gabinete, mantendo reuniões e despachos, o desenrolar da sessão sobre o julgamento do ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro, que tem entre suas atribuições políticas no Ministério estabelecer o diálogo entre o governo e o Judiciário, tem sido criticado justamente por uma atuação “passiva” diante da crise na Corte. Nos bastidores, integrantes do governo cobram de Silva uma atuação mais incisiva na interlocução com a Corte.
*Parlamentares da oposição relataram que foram impedidos de entrar no Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) para assistir ao julgamento do ministro Alexandre de Moraes. Entre os que foram barrados, estavam a deputada federal Adriana Ventura (Novo-SP) e o senador Carlos Viana (PSD-MG). “Afinal qual é o motivo para impedirem minha presença na Suprema Corte?”, indagou o senador mineiro. “Mas deixo algo realmente claro: onde eu gostaria de estar amanhã é no Senado Federal, com as portas abertas , todos os senadores presentes e o processo de impeachment de Alexandre de Moraes colocado imediatamente em votação”, disse Viana.
*O primeiro spalla da Filarmônica de Minas Gerais, hoje spalla da Orquestra Sinfônica de Londres, Roman Simovic, retorna a Belo Horizonte para executar o vibrante Concerto para violino, do armênio Aram Khachaturian, nesta quinta, 17, e na sexta-feira, 18, às 20h30, na Sala Minas Gerais. Sob a regência do maestro Fabio Mechetti, serão apresentadas a Sinfonia Escocesa, de Mendelssohn, e a obra Prisma, especialmente composta para a Filarmônica pelo vencedor do 13º Festival Tinta Fresca, em 2025, Michel Curi Jr., em estreia mundial. Os ingressos estão à venda no site www.filarmonica.art.br e na bilheteria da Sala Minas Gerais, a partir de R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia).