As emendas parlamentares ao Orçamento da União podem alcançar R$ 57,5 bilhões em 2027; o valor representa mais de 25% das despesas não obrigatórias do governo federal. Do total, R$ 44,8 bilhões – calculados a partir de uma regra estabelecida pelo ministro Flávio Dino, (foto: Gustavo Moreno/STF), para limitar o ritmo de crescimento desses recursos – já estão previstos para emendas individuais e de bancadas estaduais, enquanto outros R$ 12,7 bilhões poderão ser destinados às emendas de comissão. O montante representa alta de quase 7% em relação a 2026. As emendas permitem que deputados e senadores direcionem recursos para Estados e municípios, com forte concentração na área da saúde. A inclusão das emendas de comissão dependerá de ajustes no Orçamento durante a tramitação no Congresso.
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