É a eleição com a maior reunião de picaretas desde o fim da ditadura. Por Moisés Mendes

Flávio Bolsonaro
O candidato a presidência, Flávio Bolsonaro (PL). Foto: Divulgação/Victor Salles

Saiu a pesquisa Datafolha. No segundo turno, Lula tem 47% e Flávio Bolsonaro fica com 43%. Frustra a extrema direita e os comentaristas dos jornalões, que apostavam na recuperação do filho ungido.

Lula tinha 48% na pesquisa de julho, e Flávio tinha os mesmos 43%, ou seja, não mudou nada. O resultado de hoje é o mesmo da pesquisa de junho: 47% a 43%. A sunga branca do sujeito não surtiu efeito até agora.

O Datafolha manteve a decisão de incluir na pesquisa o vigarista Pablo Marçal, do PRTB, assessor de ‘marketing’ de Flávio, mesmo que não seja candidato com registro aprovado pelo TSE.

Marçal
O influenciador e candidato a presidência, Pablo Marçal (PRTB). Foto: Bruno Santos/Folhapress

O pilantra obteve 2% no primeiro turno, atrás de Ronaldo Caiado (PSD), com 5%, Renan Santos (Missão), com 4%, e Romeu Zema (Novo), com 3%. Mesmo somados, Zema e Marçal só vencem a margem de erro.

É a eleição à presidência em que Lula enfrenta o maior número de picaretas desde a primeira disputa, em 1989, a primeira pós-ditadura.

Os que não forem considerados picaretas, por falta de formação superior, podem ser definidos como pilantras. E os que escaparem da definição de pilantras podem ser chamados de vigaristas. A maioria é mais vigarista do que fascista.

Artigo Anterior

Ao contrário do que apontam mensagens, vacina Pneumo 23 não foi liberada para todas as pessoas com mais de 58 anos no Brasil

Próximo Artigo

Datafolha afasta temor do PT do possível impacto eleitoral do caso Lulinha

Escrever um comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter por e-mail para receber as últimas publicações diretamente na sua caixa de entrada.
Não enviaremos spam!