Minas Gerais pode deixar de repetir, nas eleições presidenciais de 2026, a tradição de apontar o mesmo vencedor do país. A avaliação é do cientista político Fábio Vasconcellos (foto divulgação), professor da Uerj e da PUC-Rio. Segundo ele, a diferença de votação entre o primeiro e o segundo colocado em Minas tem diminuído a cada eleição. Já a preferência do eleitorado mineiro pela direita se acentuou. Em 2022, a margem percentual entre Lula e Bolsonaro registrada em Minas ficou abaixo da média nacional, mesmo em locais onde o PT apresentava vantagem histórica. O cenário abre a possibilidade inédita de o candidato mais votado no estado não ser o mesmo que vencer a disputa nacional.