A foto do ex-presidente Tancredo Neves(foto divulgação / Gervásio Batista) sentado em uma poltrona, cercado por médicos, com o objetivo de tranquilizar as pessoas quanto o seu estado de saúde, foi usada pela ministra Cármen Lúcia para falar das deep fakes. Tancredo morreu 27 dias depois e hoje se sabe que no momento da foto ele não estava nada bem. A ministra do Supremo Tribunal Federal usou esse argumento para rejeitar a tese da deep fake do bem.
Cármen Lucia prefere não falar do episodio de deep fake usado pela campanha de Flávo Bolsonaro, quando ele reproduziu uma imagem do pai feita por inteligência artificial no lançamento da sua campanha, mas afirmou que esse tipo de ferramenta pode trazer prejuízos para o debate político.