Tudo começou em Niterói. Ainda sob o impacto do primeiro turno, estudantes da UFF ocuparam as ruas para enviar um recado ao Brasil: nada está decidido. É hora de entrar no jogo, disputar cada voto e transformar o resultado.
A iniciativa desencadeou uma ampla mobilização social, com a juventude na vanguarda e a participação de trabalhadores, aposentados, movimentos sociais, partidos e sindicatos. Nas ruas e nas redes, o povo mostrou que pode mudar os rumos da disputa.
As gigantescas mobilizações em São Paulo e no Rio de Janeiro são demonstrações do tsunami da virada. Milhares de pessoas ocuparam as ruas e movimentaram as redes para enfrentar as mentiras do fascismo, defender a democracia e mostrar que a força popular pode derrotar a extrema-direita.
No dia 25, estarão em confronto dois projetos de país. De um lado, a democracia, a luta por mais direitos, melhores empregos, salários dignos, educação, saúde e transporte com tarifa zero, além da defesa da soberania e das riquezas nacionais.
Do outro, o projeto autoritário de Flávio Bolsonaro, alinhado a Donald Trump, que tem Mussolini como referência, ameaça direitos, ataca a democracia e coloca os interesses do Brasil em risco.
Restam 12 dias para ampliar a mobilização, dialogar com a população e conquistar apoio. As mobilizações mostram que o resultado não está definido e que a participação popular pode mudar os rumos da disputa.
Restam 12 dias para ampliar a mobilização, dialogar com a população e conquistar apoio. As mobilizações mostram que o resultado não está definido e que a participação popular pode mudar os rumos da disputa.
Não há vitória garantida, mas também não há derrota inevitável. É hora de ocupar as ruas, fortalecer as redes e virar o jogo para derrotar a extrema-direita, enfrentar as suas mentiras, defender a democracia e garantir os direitos do povo brasileiro!
Nas ruas e nas redes é mobilização total! Dia 25 é 13!
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