Após o vai e vem que, neste domingo, 11, tirou do ar o canal Exército do Lula e, depois, por ordem do corregedor-geral eleitoral do TSE Ricardo Villas Bôas Cueva, (foto: TSE/Luiz Roberto) restabeleceu o meio que tem mais de 3 milhões de inscritos, o ministro do TSE, Kássio Nunes Marques, mandou a Meta guardar por um ano os registros do canal, que funciona no whatsapp. A Meta, que é dona da ferramenta, deverá preservar a íntegra das atualizações publicadas, editadas ou apagadas. A ordem também alcança a série histórica de seguidores, permitindo conservar os registros disponíveis sobre a evolução do público do canal. Para cada publicação, deverão ser mantidos os números de visualizações, reações e encaminhamentos.
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