Foco de críticas de petistas e bolsonaristas nessas eleições, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo (foto: Washington Costa/Ministério da Fazenda), tenta se manter distante dessa disputa. Segundo ele, “o que estamos preocupados é sobre as medidas de estabilidade, especificamente, com a chamada oferta de crédito agressivo ou até predatório. O que tenho dito sobre essas medidas é que elas independem do momento do ciclo econômico.” Galípolo argumenta que o momento da economia brasileira é o de desaceleração do crédito livre, endividamento das famílias em nível historicamente elevado e novos recordes de comprometimento de renda e inadimplência. As concessões de crédito livre às pessoas físicas recuaram, enquanto modalidades emergenciais ou de curto prazo ganharam participação.
Abertura de Novas Empresas no País Aumenta
No primeiro trimestre de 2024, o Brasil viu um aumento de 3,3% na abertura de novas empresas em comparação com o mesmo período do ano passado.…