
O senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera os índices de rejeição entre os nomes testados para a Presidência, com 55%, enquanto o presidente Lula (PT) registra 53%, aponta pesquisa Quaest divulgada nesta segunda (7). Em uma simulação de segundo turno, os dois aparecem numericamente empatados, com 41% das intenções de voto cada.
A consulta perguntou aos eleitores se conhecem cada candidato e votariam nele, se não o conhecem ou se o conhecem e não votariam. A taxa de rejeição considera as respostas de pessoas que afirmaram conhecer o nome e descartar o voto nele.
Depois de Flávio e Lula, Pablo Marçal aparece com 45% de rejeição, ante 44% em 2 de setembro. Ronaldo Caiado soma 41%, contra 40% na rodada anterior, e Romeu Zema tem 39%, um ponto acima do levantamento anterior.
Renan Santos registra 29% de rejeição, Augusto Cury tem 26% e Rui Costa Pimenta, 23%. Clariana Barão apresenta o menor índice da lista, com 7%; Edmilson Costa e Samara Martins têm 11% cada, enquanto Hertz Dias e Wilson Grassi marcam 10%.

Voto de Lula e Flávio Bolsonaro é o mais consolidado
Para 71% dos entrevistados, a escolha para a Presidência já é definitiva. Outros 29% afirmaram que ainda podem mudar de candidato até a votação marcada para 4 de outubro.
Entre os eleitores de Lula, 80% disseram que não pretendem alterar o voto. O índice chega a 78% entre os apoiadores de Flávio Bolsonaro. Já 51% dos eleitores de Augusto Cury admitem mudar de opção.
A maior abertura para troca de candidato aparece entre os eleitores de Ronaldo Caiado, dos quais 61% disseram que podem rever a escolha. Entre os apoiadores de Renan Santos, 59% também admitem mudar de voto.
No cenário de primeiro turno, Lula marca 36%, contra 29% de Flávio Bolsonaro. A Quaest ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre 3 e 6 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%; o levantamento está registrado no TSE sob o número BR-01720/2026.