A nova pesquisa Quaest sobre a disputa entre Lula e Augusto Cury no 2º turno

Augusto Cury e Lula. Foto: Divulgação

A pesquisa Quaest prevista para divulgação em 2 de setembro deve trazer, pela primeira vez na campanha, uma simulação de segundo turno entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Augusto Cury (Avante). O levantamento amplia os cenários testados pelo instituto para a disputa pelo Palácio do Planalto. Com informações da coluna do Lauro Jardim do Globo.

Esta será a décima pesquisa presidencial realizada pela Quaest em 2026 e a segunda da série eleitoral encomendada pelo Grupo Globo, formado por O GLOBO e TV Globo.

A coleta começou no dia 30 e prevê entrevistas com 2.004 brasileiros. A informação sobre a inclusão do confronto entre Lula e Cury foi antecipada pelo colunista Lauro Jardim.

O estudo também deve medir cenários de segundo turno de Lula contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e Renan Santos, do Missão.

Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos. Foto: Divulgação

Uma pesquisa BTG/Nexus divulgada recentemente apontou que Augusto Cury passou de 2% para 11% em uma semana. O resultado colocou o nome do Avante entre os destaques do levantamento.

O Índice de Popularidade Digital, medido pela Quaest, também registrou alta de Cury nas três semanas anteriores. Entre 10 de agosto e a última quarta-feira, o indicador do pré-candidato quase dobrou.

No mesmo intervalo analisado pelo índice digital, Lula e Flávio Bolsonaro tiveram queda. A pesquisa não detalha, no levantamento antecipado, os percentuais da variação de cada um.

Renan Santos permaneceu estável no Índice de Popularidade Digital, enquanto Romeu Zema registrou leve recuo. A divulgação da Quaest permitirá comparar a evolução nas redes com as intenções de voto nos cenários de segundo turno.

Artigo Anterior

Julgamento das deepfakes no TSE pode afetar mais de 50 ações eleitorais; entenda

Próximo Artigo

O caso Haddad e as perguntas que a Polícia Militar ainda precisa responder

Escrever um comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter por e-mail para receber as últimas publicações diretamente na sua caixa de entrada.
Não enviaremos spam!