A primeira pesquisa Quaest após o início da campanha na TV e as sabatinas do JN

Lula, Flávio Bolsonaro, Renan Santos, Ronaldo Caiado, Augusto Cury e Romeu Zema
Lula, Flávio Bolsonaro, Renan Santos, Ronaldo Caiado, Augusto Cury e Romeu Zema. Foto: Reprodução

A Quaest divulgará na próxima quarta-feira (2) uma nova pesquisa de intenções de voto para a Presidência da República, com Lula (PT), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Pablo Marçal (PRTB) entre os nomes testados. A Globo e o jornal O Globo encomendaram o levantamento.

O questionário registrado no Tribunal Superior Eleitoral lista 13 possíveis candidatos para o primeiro turno. Além de Lula, Flávio Bolsonaro e Marçal, a pesquisa inclui Renan Santos (Missão), o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD).

Marçal está inelegível, mas registrou candidatura, e a Justiça Eleitoral decidirá se ele poderá concorrer. Na pesquisa presidencial anterior da Quaest, divulgada em 14 de agosto, o PRTB aparecia com Leonardo Avalanche, que não pontuou e passou a integrar a chapa de Marçal como candidato a vice.

A Quaest entrevistará 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre 30 de agosto e 1º de setembro. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%; o registro no TSE é BR-07065/2026.

Leonardo Avalanche ao lado de Pablo Marçal. Foto: Divulgação

O instituto também simulará cinco cenários de segundo turno, todos com Lula: contra Flávio Bolsonaro, Renan Santos, Romeu Zema, Ronaldo Caiado e o escritor Augusto Cury (Avante).

Na lista de primeiro turno, também constam Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara Matins (UP) e Wilson Grassi (Democrata). O questionário avaliará o interesse dos brasileiros pela eleição e a percepção dos entrevistados sobre características dos candidatos.

A pesquisa ainda perguntará sobre aprovação e desaprovação do governo federal. Os entrevistados responderão também sobre a avaliação da economia brasileira e sobre as investigações dos casos chamados de “Dark Horse” e Lulinha.

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