O capital estrangeiro mudou de direção na Bolsa. Até 13 de agosto, investidores externos haviam retirado R$ 15,63 bilhões da Bolsa de Valores, B3, depois de aportarem cerca de R$ 57 bilhões entre janeiro e abril. Com participação superior a 60% das negociações em parte de 2026, seus movimentos pesam fortemente sobre o mercado. Juros elevados nos EUA, incertezas fiscais e cautela diante das eleições estão entre os fatores apontados por analistas. Março de 2020 continua como referência extrema: R$ 24,2 bilhões deixaram a Bolsa. Capital global tem asas: chega depressa e, diante do risco, parte ainda mais rápido. (Foto Bolsa de Valores/reprodução)
O freio chegou
O custo dos juros elevados começa a aparecer com maior nitidez. Crédito mais escasso, endividamento elevado e aumento das recuperações…