Jornalista da Fox é interrompida ao vivo quando sugeria que atentado a Trump foi armado

Trump no jantar dos correspondentes da Casa Branca, após o atentado

A jornalista e âncora da Fox News, Aishah Hasnie, estava falando ao celular com os estúdios durante o Jantar de Correspondentes da Casa Branca em Washington, quando foi abruptamente interrompida ao sugerir que o atentado contra o presidente dos EUA, Donald Trump, poderia ter sido um armado, conhecida como “false flag”.

Durante a transmissão, Aishah compartilhou detalhes de sua experiência enquanto estava próxima de Karoline Leavitt, porta-voz de Trump. Ela contou que o marido de Karoline se aproximou dela antes do evento.

“Eu quero rapidamente dizer que eu estava sentada perto do marido do marido da secretária de imprensa Karoline Leavitt [Nicholas Riccio, um construtor e desenvolvedor imobiliário]. Ele era um dos nossos convidados, ele estava aqui perto de mim, e, sabe, quando o jantar estava começando, o hino nacional aconteceu, e ele olhou para mim e disse: ‘Você sabe, eu vejo você na televisão, você faz um ótimo trabalho, você precisa ficar muito segura agora. E ele estava muito sério quando ele disse isso para mim. E ele olhou para a sala e disse, sabe, há alguns…’”

Nesse momento, a transmissão foi interrompida e o âncora, ao retomar, comentou: “Parece que perdemos o celular da Aishah ali. E isso acontece, apesar de você ter tantas pessoas tentando utilizar o mesmo serviço de telefone ao mesmo tempo…”

O caos se instalou no Jantar de Correspondentes da Casa Branca quando disparos foram ouvidos no local. O vice-presidente JD Vance foi escoltado para fora antes de Trump, que, durante a evacuação, caiu enquanto era retirado do salão.

O homem preso após os disparos foi identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, natural de Torrance, na Califórnia. Allen disparou entre cinco e oito tiros nas proximidades do evento, atingindo áreas perto de onde jornalistas e autoridades políticas estavam reunidos.

Allen afirmou que seus alvos eram autoridades ligadas ao presidente Trump. O Serviço Secreto agiu rapidamente para garantir a segurança do presidente, da primeira-dama Melania Trump e dos demais oficiais presentes.

Antes do incidente, Karoline havia dito em entrevista que Trump estava “pronto para lutar”, antecipando um show durante seu discurso naquela noite. Ela mencionou que “haveria alguns tiros disparados esta noite no salão”.

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