No último domingo, dia 23, manifestantes se reuniram em um ato em defesa do povo palestino, na Praça Oswaldo Cruz, localizada na Avenida Paulista, e caminharam até o MASP.
O ato foi realizado devido às recentes agressões sofridas pelos palestinos nas mãos do criminoso exército de ocupação sionista, mesmo com a vigência do cessar-fogo.
Em reação a essa situação, o Partido da Causa Operária (PCO) e o Instituto Brasil-Palestina (Ibraspal), convocaram o ato para denunciar os crimes que continuam sendo cometidos pelos sionistas com o apoio imperialista.
A concentração do ato ocorreu na praça Oswaldo Cruz, a partir das 9 horas da manhã, com a presença da Bateria Zumbi dos Palmares e da Loja do PCO, seguindo posteriormente até o MASP, onde houve seu encerramento.
A realização deste ato foi de extrema fundamental, sendo o primeiro no Brasil após a retomada das agressões ao povo palestino durante o cessar-fogo, pois há ainda a necessidade de denunciar os crimes do estado nazista de “Israel” e defender a resistência palestina, que alcançou uma grande vitória com o cessar-fogo, mas terá de continuar lutando contra essa força criminosa apoiada pelo imperialismo norte-americano.
“ Hoje é um dia extremamente importante, é a primeira manifestação após os ataques do Estado sionista, do Estado genocida de “Israel” contra a faixa de gaza”, destacou Arthur Cesconetto, membro da AJR, a Aliança da Juventude revolucionária, em sua intervenção durante o ato.
Também membro da AJR, Uriel Schramm, declarou: “já são quase mil mortos desde segunda-feira, a minha geração nunca viu uma coisa tão monstruosa e criminosa que o estado de israel esta fazendo na Palestina, mas a gente nunca viu também uma coisa mais honrada, de um caráter revolucionário como os companheiros do Hamas, da jihad e de todos os grupos armados que hoje defendem o povo palestino e os oprimidos de todo mundo”, “ não só o Hamas, mas o PCO, a AJR e os revolucionários que estão se formando por conta da luta do povo palestino, não vão parar…é preciso uma resposta imediata”.
Para que essa luta seja bem sucedida, é necessário a unidade de todos aqueles que apoiam a causa palestina em todo mundo denunciem de maneira persistente os horrores que os israelenses impõe para a população de Gaza e da Cisjordânia, fazendo com que a voz da resistência ecoe por todo o planeta.
O ato do último domingo marca uma importante retomada das manifestações em apoio ao povo palestino e sua resistência armada, afinal é necessário pressionar o governo para que no mínimo rompa as relações com esse estado artificial de “Israel”, sendo esse de fato um combate verdadeiro contra o fascismo.