Na terça-feira (25), um oficial do exército de “Israel” afirmou ao jornal The Times of Israel que qualquer força do exército sírio que se mover para o sul de Damasco correrá o risco de “enfrentar uma resposta israelense por meio de fogo“.
“Não vamos permitir jihadistas perto da nossa fronteira, não vamos permitir ameaças aos drusos na Síria, os irmãos dos irmãos, e não vamos permitir que outro 7 de outubro aconteça no Golã“, afirma o oficial.
No domingo (23), o primeiro-ministro Benjamin Netaniahu aemaçou o novo governo da Síria se enviasse tropas para a região sul do país. “Israel” ocupa as Colinas de Golã desde 1967 e ampliou sua ocupação após o golpe de Estado que derrubou Bashar al-Assad em 2024.
Na noite de terça-feira (25), aeronaves sionistas bombardearam a área de al-Quisuá, ao sudoeste da capital síria Damasco, com pelo menos 4 ataques aéreos. Outro ataque aéreo sionista também atingiu os arredores da cidade de Izraa, em Daraa. Além disso, relatos indicam que veículos militares de “Israel” estão invadindo o campo norte de Quneitra. Ou seja, a ocupação militar dos sul da Síria se expande.