A política econômica adotada pela dobradinha entre o presidente Lula e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, corta como navalha: enquanto o governo insistir em gastar mais do que arrecada, o país continuará marchando em areia movediça. O PIB do terceiro trimestre praticamente não saiu do lugar, sufocado pelos juros altos e pelo esgotamento das políticas de estímulo ao consumo. A conta é simples e implacável: sem disciplina fiscal, não há confiança; sem confiança, não há investimento; sem investimento, não há crescimento. O Estado segue obeso, lento, atolado em promessas que já não cabem no cofre. O Brasil precisa reaprender a andar com as próprias pernas — menos retórica, mais responsabilidade. Só então o crescimento deixará de ser miragem. (Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil)
Dino vota pela condenação de cinco PMs do DF a 16 anos pelo 8/1
Placar do julgamento está 2 votos a 0 O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), proferiu nesta quarta-feira (3) o segundo…