A ginasta Ana Luiza. Foto: Ricardo Bufolin/CBG

Um vídeo vazado de Ana Luiza gerou revolta na Confederação Brasileira de Ginástica (CBG). O Comitê Olímpico do Brasil (COB) divulgou um vídeo nesta segunda (8) mostrando uma atividade feita pela atleta. A informação é da coluna Olhar Olímpico no UOL.

No vídeo, a atleta aparece realizando um movimento inédito, o Triplo Twist Yurshenko (TTY), salto de alta complexidade que inclui três piruetas. Até hoje, ninguém executou a manobra em uma competição oficial e, portanto, não tem uma pontuação pré-definida.

O vazamento ocorreu em um vídeo especial sobre Francisco Porath Neto, o Xico, treinador de Ana Luiza. O movimento era um dos “segredos” da ginasta e o objetivo era divulgar sua capacidade de fazê-lo mais perto dos Jogos Olímpicos para pressionar adversárias.

A ideia é gerar pressão principalmente em Simone Biles, ginasta americana, que não teria tempo suficiente para planejar uma resposta ao movimento.

A divulgação do material foi o estopim de uma tensão que já ocorria nos bastidores. A CBG reclama que a COB quer usar demais a imagem das ginastas. O CT da modalidade é anexo ao Maria Lenk e permite que a equipe de comunicação do comitê tenha acesso mais facilitado às atletas.

A CBG agora pretende ampliar a blindagem às atletas na França, restringindo o acesso de jornalistas e os profissionais de comunicação do COB. Em nota, o comitê não falou diretamente sobre o assunto, mas disse que mantém uma “relação estreita” com a confederação e que “o sucesso da modalidade é fruto desse trabalho em parceria”.

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Última Atualização: 09/07/2024