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A defesa de Jorge Guaranho, ex-policial penal bolsonarista que matou o petista Marcelo Arruda em Foz do Iguaçu (PR), em 2022, afirmou que ele não se lembra do crime e que sofreu sequelas na data do assassinato. O advogado Samir Mattar Assad alegou que seu cliente sofreu pancadas e tem uma bala alojada no cérebro.
“O Jorge não lembra absolutamente nada daquele dia. Isso tem que deixar claro. Tudo que ele sabe é o que foi reportado a ele pelo estudo do processo”, afirmou Assad em frente ao Tribunal do Júri em Curitiba (PR), onde o bolsonarista será julgado nesta quarta (12).
O defensor diz que Guaranho levou chutes e foi alvo de disparos após matar o petista. “Ele sofreu pancadas e disparos de arma de fogo. Ele tem projétil alojado no cérebro. Tem sequelas irreversíveis de caráter neurológica e cognitiva”, prossegue.
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Guaranho está em prisão domiciliar desde o final do ano passado e chegou ao tribunal usando muletas na manhã desta quarta. Ele não quis falar com a imprensa e o advogado não antecipou se o bolsonarista vai responder às perguntas do júri.
O policial penal é acusado de homicídio duplamente qualificado por motivo fútil (divergência política) e perigo comum (tiros disparados em ambiente com outras pessoas). A expectativa é que a sentença saia nesta quinta (13).
O júri de Guaranho começou na manha desta terça (11) e quatro pessoas, entre elas testemunhas e informantes, foram ouvidas. A estratégia da defesa do policial penal tem sido afastar a motivação política do crime.
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