
A Folha de S.Paulo, por covardia, não compartilhou a reportagem do site PlatôBR sobre a complicada vida privada de Flávio Bolsonaro, com o uso de “dinheiro de origem suspeita”.
Para fingir que estava publicando a notícia, veio com essa chamada na capa:
“PT explora reportagem que liga Flávio Bolsonaro a garotas de programa e Rolex, e candidato evita responder”
A Folha informa logo abaixo da chamada:
“Partido e ministro de Lula divulgam relato do PlatôBR sobre supostos segredos de candidato do PL. Durante agenda em SP, filho de Jair Bolsonaro ignorou perguntas de jornalistas sobre esse tema”.
É um truque da pior qualidade, para ficar bem com a extrema direita. O jornal só trata do assunto porque “o PT buscou explorar em redes sociais a reportagem do site PlatôBR”.

A Folha acaba dando a informação sob o pretexto de que foi uma ‘notícia’ que o PT compartilhou. E a notícia na Folha acaba sendo a ‘exploração’ da pauta pelo PT, e não a própria reportagem divulgada pelo site.
A Folha diz que, conforme o PlatôBR, “Flávio Bolsonaro participou anos atrás de festas com garotas de programa, foi chantageado por um ex-sócio e recebeu de presente em 2022 um relógio de R$ 305 mil de um lobista”.
A Folha continua: “O perfil do PT no X (ex-Twitter) publicou um post citando orgias bancadas com dinheiro de origem suspeita”. E faz esta cola: “Jornal revela participação de Flávio Bolsonaro em orgias, Rolex de R$ 300 mil e até mensalidades de academia de luxo pagas por empresários e lobistas a Flávio durante governo do pai”, afirma a publicação do partido”.
Esse é o truque. A Folha atribuiu tudo ao fato de que o PT disseminou a reportagem, e não porque o jornal tenha ido atrás das informações publicadas pelo PlatôBR, como os jornalões sempre fazem quando de vazamentos que tentem atingir Lula.
A notícia sobre as orgias de Flávio com dinheiro de rachadinhas não teria saído na Folha se não tivesse sido “explorada pelo PT”. E assim respira, já sem forças, o jornalismo brasileiro das corporações.