
Como eu já disse dezenas de vezes, inclusive da Tribuna do Supremo Tribunal. Em 2002, em dezembro, faltando 10 dias da posse do Lula, eu estava na Academia de Tênis, local à época de encontro de políticos em Brasília. O Lula, o Zé Dirceu, o Marcio Thomas Bastos e eu falando sobre o governo que tomaria posse dia 1º de janeiro.
Falando de maneira descontraída sobre cargos e o futuro governo, o queridíssimo Marcio, já escolhido ministro da Justiça, me perguntou: “E você, tem algum cargo que gostaria?”. Eu, respeitosamente e em tom de brincadeira, respondi ao presidente da República e ao chefe da Casa Civil: “Eu gostaria, se possível, de ser indicado a ex-ministro do Supremo”.
Só quero fazer o registro que, pensando melhor, creio que hoje eu só quero mesmo advogar, sem ser “ex-ministro do Supremo Tribunal…”.