Nos 11 primeiros dias de campanha foram publicados 314 conteúdos suspeitos gerados por IA. O dado vem da Agência Lupa e aponta, ainda, que 64% dos conteúdos eleitorais produzidos com inteligência artificial não seguem as regras de transparência estabelecidas pelo TSE: o tribunal determina que seja informado, de maneira explícita, o uso da tecnologia. A análise mostra que 20% das peças geradas por IA buscavam prejudicar alguma candidatura. Um exemplo é a imagem gerada artificialmente associando o presidente Lula a narcotraficantes; já Flávio Bolsonaro (foto: Flávio Bolsonaro/Agência Brasil) foi vítima de montagens que o ligavam a alegações falsas sobre taxação do Pix.
STF entra na véspera de sessão decisiva sob tensão, e pedido de vista surge como caminho para adiar desfecho da crise Moraes-Mendonça
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