
A candidata ao Senado por São Paulo Simone Tebet (PSB) convocou mulheres a votarem contra o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). Ela fez as declarações em um ato em São José do Rio Preto, no interior paulista, no sábado (5).
Ao se dirigir ao eleitorado feminino, Tebet afirmou que as mulheres têm uma responsabilidade na disputa. “A vocês mulheres! Essa é nossa responsabilidade e nós assumimos com amor. Nós assumimos com coragem”, disse.
A ex-ministra do Planejamento e Orçamento do governo Lula também atacou a gestão de Tarcísio e pediu que São Paulo retire o governador do cargo. “São Paulo pode, sim, tirar Tarcísio de Freitas da cadeira de governador”, afirmou.
Na crítica ao republicano, a candidata disse que ele não respeita as mulheres nem a educação dos filhos e questionou a política de privatizações do governo paulista, com menção ao abastecimento de água.
🇧🇷 Simone Tebet declara “guerra contra a família Bolsonaro”.
“A partir de agora estamos em guerra. Guerra contra o fascismo, contra a família Bolsonaro, contra aqueles que negaram vacina no braço do povo brasileiro e foram responsáveis pela morte de milhares de pessoas. Eles não… pic.twitter.com/lwOsxz0Yco
— Eixo Político (@eixopolitico) September 5, 2026
Tebet cita fala de Flávio Bolsonaro sobre filhas
Tebet retomou uma declaração de Flávio Bolsonaro sobre suas filhas ao criticá-lo. O senador fez o comentário durante um evento no qual anunciou o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) como candidato a vice-presidente em sua chapa.
“Nós vamos derrotar Flávio Bolsonaro, porque tal pai, tal filho, o pai acha que é uma fraquejada ter uma mulher. O filho falou recentemente que só teve duas mulheres para poder ser cuidado na velhice”, declarou Tebet.
Em outra parte do discurso, a candidata classificou a eleição como uma disputa contra a família Bolsonaro. “A partir de agora nós estamos em guerra. Guerra contra o fascismo, guerra contra a família Bolsonaro”, afirmou.
Tebet também associou seus adversários à atuação do governo de Jair Bolsonaro durante a pandemia e citou a negativa de vacinas. Ela disse que houve irresponsabilidade pela morte de milhares de brasileiros.