
Luiza Ambiel, de 53 anos, atualizou nesta quinta-feira (23) seu estado de saúde após ser transferida de ambulância para o Hospital 9 de Julho, em São Paulo. A atriz e apresentadora afirmou que segue internada sob investigação clínica depois de um quadro de infecção urinária associado a episódios de pré-síncope.
Segundo o relato, os sintomas começaram na sexta-feira (17), com piora nos dias seguintes. Ela buscou atendimento apenas na terça-feira (22), em Alphaville, quando percebeu agravamento do quadro. Depois da evolução dos sintomas, foi removida de ambulância na quarta-feira (22) para a nova unidade hospitalar.
Ao lembrar o primeiro atendimento, Luiza disse que chegou ao pronto-socorro com alteração na pressão arterial, algo que classificou como fora do seu histórico. “Quando eu cheguei lá, passei na triagem e a minha pressão estava alta. E eu achei estranho, porque eu não tenho pressão alta, minha pressão é baixa, sempre foi, ainda mais por conta da minha síncope vasovagal”, afirmou. Em seguida, relatou a primeira pré-crise ainda na unidade de atendimento.

Já internada, ela contou ter enfrentado um novo episódio nesta quinta-feira (23), durante avaliação com o neurologista. “Hoje eu tive outra pré-crise na frente do neurologista, e isso foi muito bom porque ele me socorreu na hora. Quem tem síncope sabe que é uma sensação horrorosa, a gente acha que vai morrer”, disse. Segundo o relato, a pressão chegou a 18 por 6 e a frequência cardíaca bateu 166 por minuto, mesmo em repouso.
Depois desse novo episódio, a equipe médica mudou a condução do caso. A ideia inicial era tratar a infecção urinária e observar se as tonturas e crises continuariam, mas os médicos passaram a investigar também outras possíveis causas para as alterações de pressão e batimento, com tomografias e exames complementares. Luiza afirmou ainda que está sendo acompanhada por infectologista, neurologista, cardiologista e fisioterapeuta.
A apresentadora também relatou dificuldade para lidar com a internação e disse que não passou no teste da fisioterapia para voltar a andar. Por orientação médica, precisa evitar esforço físico por causa do risco de novas crises e quedas. “Por enquanto eu preciso ficar quietinha mesmo, porque realmente não está fácil pra mim”, afirmou.